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Tecido do cordão umbilical

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Tecido do cordão umbilical

Ao contrário do sangue do cordão, o tecido do cordão umbilical é muito rico em células estaminais mesenquimais. Estas têm a particularidade de poderem dar origem a cartilagem, osso e músculo, entre outros tecidos, e, para além disso, têm a capacidade de promover a regeneração de tecidos danificados e de regular o sistema imunitário, o que lhes confere um enorme potencial para o tratamento de diversas doenças, nomeadamente de caráter autoimune.

Potencial terapêutico

As células do tecido do cordão umbilical podem ser transplantadas em conjunto com as células do sangue do cordão umbilical ou da medula óssea, com o objetivo de reduzir as complicações dos transplantes hematopoiéticos alogénicos. Estas células têm a capacidade de acelerar a recuperação do sistema imunológico após o transplante(1), fator determinante para a sobrevivência do doente, e estão também a ser utilizadas em contexto experimental para o tratamento de doença do enxerto contra o hospedeiro, uma complicação frequente e potencialmente fatal dos transplantes alogénicos(2).

  • Utilização conjunta de sangue e tecido do cordão umbilical em transplantes alogénicos

Investigação a decorrer com células mesenquimais do tecido do cordão umbilical

Para além da sua utilização em transplantes, as células do tecido do cordão umbilical estão a ser investigadas para o tratamento de um leque cada vez mais alargado de doenças, com resultados promissores(3). Conheça os resultados de alguns estudos experimentais realizados com células estaminais do tecido do cordão umbilical para o tratamento de doentes com:

Atualmente estão registados mais de 250 ensaios clínicos com células do tecido do cordão umbilical para aplicações de medicina regenerativa(2), o que indica que estas poderão vir a ser utilizadas futuramente para o tratamento de várias doenças. O número de ensaios clínicos com estas células tem vindo a crescer de ano para ano(2), o que reflete, não só o seu enorme potencial terapêutico, como as suas vantagens, nomeadamente o facto de serem células muito jovens, com grande capacidade de multiplicação e facilmente obtidas através de uma colheita não invasiva e indolor, na altura do parto.

Veja as referências

  • Referências:
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Número de ensaios clínicos em crescimento

Numa publicação dirigida aos pais que procuram compreender o potencial terapêutico das células do sangue e do tecido do cordão umbilical, o Parent’s Guide to Cord Blood Foundation reportou que o número de ensaios clínicos com sangue do cordão umbilical a decorrer se tem mantido estável ao longo dos últimos anos, e que o número de estudos com tecido do cordão umbilical se encontra em franco crescimento, com mais de 50 novos ensaios clínicos registados a cada ano. Notavelmente, os autores referem que o número de ensaios clínicos a decorrer com tecido do cordão umbilical triplicou, entre 2017 e 2020.